Por algum motivo Silus havia levantado mais cedo aquela manhã, sua vida rotineira já estava premeditada a sempre realizar as mesmas funções para sempre e isto já havia se tornado um fardo para ele, aceitar que sua vida séria trabalhar na fazenda assim como seus pais e amigos, ou todas as poucas pessoas que ele conhecia. Ainda na cama ele olhava para o teto de palha que se misturava as folhas da arvore a qual sua casa havia sido construída, levanta-se lentamente e segue em direção a escada que descia de forma circular em torno da copa que serve como base para sua moradia.
Com um pouco de madeira ele acende o fogo e começa a preparar sua refeição matinal, então pega-se um pouco de carne e a coloca em uma panela prateada junto a algumas fatias de maça que irão disfarçar o gosto salgado, após terminar sua refeição Silus veste sua camisa e pega suas botas que já aparentavam estar gastas assim como sua camisa. Sua manhã e tarde será colhendo frutas que serão preparadas para o grande festival. Lembrar que o festival estaria chegando trazia a ele um sorriso por lembrar que todos os dias de trabalho seriam recompensados, todo aquele cuidado com os alimentos, diversas arvores cortadas e replantadas e o novo plantio chegando receberiam a benção de Galthis.
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