Por algum motivo Silus havia levantado mais cedo aquela manhã, sua vida rotineira já estava premeditada a sempre realizar as mesmas funções para sempre e isto já havia se tornado um fardo para ele, aceitar que sua vida séria trabalhar na fazenda assim como seus pais e amigos, ou todas as poucas pessoas que ele conhecia. Ainda na cama ele olhava para o teto de palha que se misturava as folhas da arvore a qual sua casa havia sido construída, levanta-se lentamente e segue em direção a escada que descia de forma circular em torno da copa que serve como base para sua moradia.
Com um pouco de madeira ele acende o fogo e começa a preparar sua refeição matinal, então pega-se um pouco de carne e a coloca em uma panela prateada junto a algumas fatias de maça que irão disfarçar o gosto salgado, após terminar sua refeição Silus veste sua camisa e pega suas botas que já aparentavam estar gastas assim como sua camisa. Sua manhã e tarde será colhendo frutas que serão preparadas para o grande festival. Lembrar que o festival estaria chegando trazia a ele um sorriso por lembrar que todos os dias de trabalho seriam recompensados, todo aquele cuidado com os alimentos, diversas arvores cortadas e replantadas e o novo plantio chegando receberiam a benção de Galthis.
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quinta-feira, 16 de março de 2017
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
Tempo.TESTE
Sabe quando você se sente distante, quase que insignificante perante a grandeza do universo e embora você tente gritar já se sabe a resposta, ninguém nunca ira escutar suas preces.
Era mais um dia comum, com uma rotina comum, levantar tomar o mesmo café da manhã enquanto se espera ônibus, sentar no mesmo banco e então continuar o trabalho chato do dia anterior.
Não estou reclamando da minha vida, muito pelo contrario, coisas interessantes acontecem nela e mesmo sendo poucas elas me deixam pequenas marcas que com o tempo vão se acumulando assim como um rabisco em que você apaga varias e varias vezes.
Olho para o relógio no canto inferior direito de meu monitor, eram exatamente 12:30 e a ansiedade já estava começando a tomar conta de meu corpo, não poderia me atrasar nem um minuto sequer, mesmo sabendo que ela estaria lá praticamente me esperando no elevador.
Desta vez resolvi mudar alguns detalhes, cheguei primeiro no elevador e a esperei assim como um cão espera seu dono quando se lhe falta carinho ou atenção, olho para o relógio, respiro fundo e tomo coragem. Em alguns minutos tudo mudaria, dessa vez as coisas seriam diferentes, não iria cometer nenhum erro.
No fim do corredor vejo sua silhueta, usava um vestido florido, e seus cabelos estavam atados, era possível ainda perceber o seu olhar triste e cansado, seria possível ela sentir o mesmo que eu?
Antes mesmo de lhe falar qualquer palavra se quer o elevador abre-se, então a vejo caminhando até a saída em direção ao táxi, sem ao menos perceber a minha oportunidade já havia se passado e só me restava agora tentar novamente já que chances como essas nunca iriam me faltar. Nesse instante você leito formula uma imagem de minha pessoa, não sou um covarde e muito menos tímido, só que explicar lhe a situação só iria resultar em mais uma derrota, eu sei dessas coisas pois foi o que tentei nas primeiras vezes mas tudo que dizia apenas soava como loucura.
No ônibus coloco meu fone de ouvido e espero, tempo suficiente para que meus olhos se fechem sozinhos e minha mente ficasse totalmente vazia, com isso consigo escutar todos os sons, desde o estalo do vidro quebrando, o ar cortando sobre o para-brisa ,pessoas falando e até mesmo gritando desesperada.
As vezes faço algumas mudanças como a do elevador, procura evitar sempre seguir a mesma rotina para manter minha insanidade, vocês podem até não acreditar mas isso vem me ajuda bastante nessa situação, hoje inclusive resolvi fazer algo de diferente no café da manhã, dessa vez não estava com pressa, o dia seria o mesmo e como já sabia que haveria longas conversas me preparei da melhor forma possível, o importante era dominar a situação.
Com isso lá se vão longas horas de espera nesse trabalho repetitivo, quando meu tempo de serviço termina me dirijo rapidamente até o elevador, deixo meus fones de ouvidos o mais alto possível e lhe coloco os ombros, meu objetivo com isso era chamar sua atenção e nada é melhor do que colocar a musica favorita de alguém para se iniciar uma conversa. Acredito que não exista algo mais satisfatório de que ver seu plano funcionando perfeitamente, ela olha para mim e fala com uma certa angustia "Isso é Foster the people certo?". Então sorrio e olho diretamente para seus olhos respondendo a da forma mais confiante possível "Sim, você é fã também?".
Não quero entrar em detalhes sobre a conversa, o importante é que consegui convidá-la para sair e o melhor, ela nem precisou ir para casa, ou seja nada de pegar o táxi, fomos até uma cafeteria e depois a um bar, quando me se senti totalmente seguro olho para meu relógio e vejo as horas, não vou lhes mentir que por um breve instante algumas lagrimas de alegria haviam saído de meus olhos, o dia já havia terminado e desta vez todos os esforços iriam resultar em algo, essa insanidade que me consumia iria finalmente terminar.
Saímos então juntos, fiz com que ela não pegasse o maldito táxi novamente, a levei para casa apé enquanto fazia algumas piadas das coisas as quais nos cercávamos, quando chegamos em seu apartamento dei lhe um abraço e me despedi.
Resolvi não pegar o ônibus, queria que as coisas fossem completamente diferentes, fui então caminhando até minha casa, sei que parece loucura mas não poderia existir nenhum risco sequer, tudo estava saindo tão bem. Como já era de se esperar o mundo resolve voltar a conspirar contra a minha pessoa, e em poucos segundos o táxi, aquele mesmo que sempre levava a garota para sua residencia todo o fim de expediente me acerta contra a parede dos prédios, sinto neste instante meus ossos se quebrando, meu pulmão sendo furado e enquanto o ar sai de dentro de mim junto a minha vida consigo identificar uma garrafa de bebida caindo das mãos do motorista.
Então acordo suando, me olho no espelho e percebo que nem mesmo me reconheço. Já estou cansado de morrer, esta na hora de tentar uma maneira mais violenta e vencer esse jogo doentio, chega de repetir as mesmas coisas todos os dias...
"If i could make days last forever
If words could make wishes come true
I'd save every day like atreasure and then again"
Era mais um dia comum, com uma rotina comum, levantar tomar o mesmo café da manhã enquanto se espera ônibus, sentar no mesmo banco e então continuar o trabalho chato do dia anterior.
Não estou reclamando da minha vida, muito pelo contrario, coisas interessantes acontecem nela e mesmo sendo poucas elas me deixam pequenas marcas que com o tempo vão se acumulando assim como um rabisco em que você apaga varias e varias vezes.
Olho para o relógio no canto inferior direito de meu monitor, eram exatamente 12:30 e a ansiedade já estava começando a tomar conta de meu corpo, não poderia me atrasar nem um minuto sequer, mesmo sabendo que ela estaria lá praticamente me esperando no elevador.
Desta vez resolvi mudar alguns detalhes, cheguei primeiro no elevador e a esperei assim como um cão espera seu dono quando se lhe falta carinho ou atenção, olho para o relógio, respiro fundo e tomo coragem. Em alguns minutos tudo mudaria, dessa vez as coisas seriam diferentes, não iria cometer nenhum erro.
No fim do corredor vejo sua silhueta, usava um vestido florido, e seus cabelos estavam atados, era possível ainda perceber o seu olhar triste e cansado, seria possível ela sentir o mesmo que eu?
Antes mesmo de lhe falar qualquer palavra se quer o elevador abre-se, então a vejo caminhando até a saída em direção ao táxi, sem ao menos perceber a minha oportunidade já havia se passado e só me restava agora tentar novamente já que chances como essas nunca iriam me faltar. Nesse instante você leito formula uma imagem de minha pessoa, não sou um covarde e muito menos tímido, só que explicar lhe a situação só iria resultar em mais uma derrota, eu sei dessas coisas pois foi o que tentei nas primeiras vezes mas tudo que dizia apenas soava como loucura.
No ônibus coloco meu fone de ouvido e espero, tempo suficiente para que meus olhos se fechem sozinhos e minha mente ficasse totalmente vazia, com isso consigo escutar todos os sons, desde o estalo do vidro quebrando, o ar cortando sobre o para-brisa ,pessoas falando e até mesmo gritando desesperada.
As vezes faço algumas mudanças como a do elevador, procura evitar sempre seguir a mesma rotina para manter minha insanidade, vocês podem até não acreditar mas isso vem me ajuda bastante nessa situação, hoje inclusive resolvi fazer algo de diferente no café da manhã, dessa vez não estava com pressa, o dia seria o mesmo e como já sabia que haveria longas conversas me preparei da melhor forma possível, o importante era dominar a situação.
Com isso lá se vão longas horas de espera nesse trabalho repetitivo, quando meu tempo de serviço termina me dirijo rapidamente até o elevador, deixo meus fones de ouvidos o mais alto possível e lhe coloco os ombros, meu objetivo com isso era chamar sua atenção e nada é melhor do que colocar a musica favorita de alguém para se iniciar uma conversa. Acredito que não exista algo mais satisfatório de que ver seu plano funcionando perfeitamente, ela olha para mim e fala com uma certa angustia "Isso é Foster the people certo?". Então sorrio e olho diretamente para seus olhos respondendo a da forma mais confiante possível "Sim, você é fã também?".
Não quero entrar em detalhes sobre a conversa, o importante é que consegui convidá-la para sair e o melhor, ela nem precisou ir para casa, ou seja nada de pegar o táxi, fomos até uma cafeteria e depois a um bar, quando me se senti totalmente seguro olho para meu relógio e vejo as horas, não vou lhes mentir que por um breve instante algumas lagrimas de alegria haviam saído de meus olhos, o dia já havia terminado e desta vez todos os esforços iriam resultar em algo, essa insanidade que me consumia iria finalmente terminar.
Saímos então juntos, fiz com que ela não pegasse o maldito táxi novamente, a levei para casa apé enquanto fazia algumas piadas das coisas as quais nos cercávamos, quando chegamos em seu apartamento dei lhe um abraço e me despedi.
Resolvi não pegar o ônibus, queria que as coisas fossem completamente diferentes, fui então caminhando até minha casa, sei que parece loucura mas não poderia existir nenhum risco sequer, tudo estava saindo tão bem. Como já era de se esperar o mundo resolve voltar a conspirar contra a minha pessoa, e em poucos segundos o táxi, aquele mesmo que sempre levava a garota para sua residencia todo o fim de expediente me acerta contra a parede dos prédios, sinto neste instante meus ossos se quebrando, meu pulmão sendo furado e enquanto o ar sai de dentro de mim junto a minha vida consigo identificar uma garrafa de bebida caindo das mãos do motorista.
Então acordo suando, me olho no espelho e percebo que nem mesmo me reconheço. Já estou cansado de morrer, esta na hora de tentar uma maneira mais violenta e vencer esse jogo doentio, chega de repetir as mesmas coisas todos os dias...
"If i could make days last forever
If words could make wishes come true
I'd save every day like a
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